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Trabalhadores da Vanádio ficam feridos em acidente entre ônibus e carreta

Geral, 29 de Janeiro de 2019 às 11:14h

Trabalhadores da mineradora Vanádio ficaram feridos após um acidente, no último dia 22, envolvendo dois ônibus e uma carreta tanque, na BA 026, na altura da localidade Pé de Serra, distrito do Município de Maracás, a 375 quilômetros de Salvador.

Segundo os passageiros, os dois ônibus da empresa Guimarães, que transportavam os trabalhadores, tentaram fazer uma manobra para acessar a estrada vicinal que leva ao distrito de Porto Alegre, onde se localiza a Mina, quando os motoristas não teriam observado a distância e velocidade da carreta, que vinha em sentido contrário. Com o impacto, vários funcionários ficaram feridos e foram socorridos para os hospitais de Maracás e de Jequié. De acordo com informações da presidente do Sindicato de Trabalhadores Mineiros de Maracás, Patrícia Souza, que ajudou no socorro às vítimas, os trabalhadores não tiveram ferimentos graves e receberam alta no mesmo dia.

Logo após o acidente, a Federação do Trabalhadores Metalúrgicos e Mineradores da Bahia (FETIM), enviou para Maracás dois representes com objetivo de analisar a gravidade do acidente e buscar solução para evitar que isso aconteça novamente. No dia seguinte ao acidente, o secretário de Imprensa e Comunicação da FETIM, Aurelino Bispo, e o diretor Luiz Vitório, estiveram em audiência com o prefeito de Maracás, Uilson Venâncio, que foi pessoalmente ao local junto com técnicos e já está tomando providências para aumentar a faixa de acostamento da via, além de colocar lombadas para reduzir a velocidade naquele ponto.

A FETIM ainda tratou com prefeito da precariedade da estrada que vai de Pé de Serra à Mina da Vanádio e da curva da Serra, que registra elevado número de acidentes, pela qual os trabalhadores passam 12 vezes por semana ou 576 vezes ao ano. "O prefeito respondeu que no caso da via distrital tem um acordo de parceria com a Mineradora e cada um cuida de uma parte, mas que mesmo recebendo 60% do valor do imposto da extração do minério (CFEM) não tem como pavimentá-la. Quanto à curva da morte, na BA 026, uma rodovia do Estado, mas que já conseguiu junto a este sinalizá-la e continuará os contatos para outras soluções, como por exemplo uma caixa de brita. Vamos acionar as autoridades do governo do Estado objetivando uma solução rápida", diz Aurelino Bispo.

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